let it snow
ASK ME TWITTER TWITTER 2 FACEBOOK INSTAGRAM

petalier:

@WeHeartIt /entry/261624608


posted on 4 years ago with 14,105 notes · via · source · reblog

azbidakkaya:

image
image

posted on 4 years ago with 1,269 notes · via · source · reblog

por-escrito:

image
image

Ataraxia. Para os filósofos helenistas significava a paz de espírito, ausência de turbulações e inquietações. É a disposição de buscar equilíbrio entre alma e corpo. Leva ao eudemonismo, doutrina na qual suas ações tem a finalidade de se concretizarem à felicidade, busca pela plenitude.


posted on 4 years ago with 5 notes · via · source · reblog

por-escrito:

Moral x Ética

image

A distinção entre ética e moral se dá pelo seu teor prático e sua capacidade investigativa de uma sociedade. Enquanto a moral é o campo de estudo onde se analisa o comportamento de uma dada comunidade, a ética são as suas ações na prática. Uma tem o teor mais reflexivo, enquanto a outra, se liga mais ao campo empírico.

A palavra “moral” vem do grego “mos”, que significa costume. Se refere ao conjunto de normas que guiam o comportamento humano dentro da sociedade. É ela quem dá a base para os valores de uma comunidade. Dentro de cada caso, os códigos morais se modificam. As pessoas inseridas em meio ao comum, pensam e agem de forma diferente, possuem uma linguagem distinta que dão origens a diferentes dialetos, formas de pensar, agir e se comportar perante a uma situação. Por isso, o campo da moral passa a ser um estudo abrangente e não é universal. É relativo de acordo com o código passado pelas pessoas que contribuem para a formação social daquele meio.

A noção de liberdade dentro da moral, se dá pela consciência. Ela é a faculdade de observar a própria conduta e julgar sobre os seus atos passados, presentes e intenções futuras. Somente após a reflexão sobre o conjunto de normas sociais, ele é capaz se distinguir o certo do errado e ter condições de escolher seu comportamento.

A moral, não é em si um código formal, legislado e posto em vigor com penalidade legal. Ela é um conjunto de “regras” estabelecido pela própria sociedade, onde os indivíduos se responsabilizam pelas suas condutas. A moral pode ser distinguida em 3 categorias:

Moral: Agir conforme os costumes e regras estabelecidas pela sociedade.

Imoral: É todo comportamento que contraria aquilo que foi estabelecido moralmente.

Amoral: Ocorre quando o indivíduo não sabe o padrão estabelecido socialmente. Uma pessoa em um país no qual está visitando a primeira vez, desconhece as normas sociais vigentes e acabam tendo comportamentos amorais. É quando não existe a força do querer envolvida, diferentemente do comportamento imoral, onde a pessoa mesmo ciente da conduta, escolhe se opor a ela.

Ética, do grego éthos, significa “modo de ser”; “comportamento”. A ética designa mais especificamente a disciplina filosófica que investiga a moral e a conduta humana. Estuda os diversos sistemas morais elaborados pelo ser humano, buscando compreender as proibições e aceitações próprias de cada um. Enquanto a moral se encarrega de entender o que o código moral que a sociedade transmite, a ética se delega de compreender porque a sociedade aceita ou nega tais comportamentos. A ética tem um teor muito mais crítico e prático, do que apenas historiador.

  1. A ética na antiguidade:

Os sofistas admitiam que não existem normas e verdades universais válidas. Eles não tinham como objetivo a busca da verdade, aplicavam a retórica em busca da persuasão, essa seria a maneira de atingir a “verdade relativa” dos sofistas. Assim como a verdade, a moral também era relativa, baseado a sua veracidade apenas no poder do convencimento.

Já para Sócrates, um claro opositor das ideias dos sofistas, afirma a exigência de um saber válido do qual se pode conceber a fundamentação da moral.

Para Platão, era preciso fazer uma análise do mundo material para alcançar a ideia de bem. Ele faz a separação dualista entre mundo sensível e o mundo das ideias, assim, afirma que para compreender a moral era preciso compreender o mundo material. Para ele, o mundo material seria onde estamos inseridos, nossa convivência com o mundo social faria parte do mundo físico. E posteriormente analisar e sinterizar a ideia e as noções morais no campo das ideias.

Aristóteles acreditava que a ética estava vinculado à política. A primeira vez que se faz a distinção entre ética e moral na história. Antes, a ética era conhecida como a “filosofia da moral”, a partir de Aristóteles e sendo aprofundada na idade média, a ética e a moral são vistas como coisas semelhantes, porém distintas. Aristóteles acreditava que o ser humano é um animal político, portanto, suas atitudes eram diretamente refletidas no meio em que se está inserido (sociedade). Logo, a ética e a política estão ligadas entre si. Uma vez que suas atitudes refletem diretamente na sociedade, cabe ao indivíduo fazer uma autocorreção para que as atitudes individuais reflitam de uma maneira positiva no meio social.


A bioética é um campo da ética que estuda o impacto social causado pelos avanços da ciência. Ela é utilizada para compreender e solucionar conflitos causado pelo mesmo. Ela tenta de alguma forma regular as ações da ciência, e tentar estabelecer uma moral para o que é tipo como certo e errado socialmente. Por exemplo, os primeiros testes de clonagem e a reação das pessoas sobre isso, como as pessoas lidam com tal assunto, suas opiniões e quais conflitos isso gera. A bioética, tenta estabelecer um padrão moral sobre os avanços e resolver os eventuais problemas e discussões que tais descobertas e avanços podem resultar.


posted on 4 years ago with 32 notes · via · source · reblog

por-escrito:

Princípios Aristotélicos em Política e Metafísica.

image

Aristóteles foi aluno de Platão em sua academia, no qual, após o falecimento do mesmo, não pode assumir a escola por 1- Não compactuar com os princípios platônicos, 2- Não ser Ateniense. Por esses dois motivos, Aristóteles não assumiu a academia, levando-o a criar sua própria escola, nomeada de Liceu. Nos liceus, Aristóteles aplicava o método peripatético de ensino, no qual se consistia em ensinar seus alunos exercendo caminhadas, pois acreditava que a melhor forma de se aprender, era pelos seus sentidos. O corpus aristotelicium, eram as matérias nas quais sua academia ensinava e eram separadas em dois grupos: matérias teóricas e matérias práticas/produtivas. Aristóteles acreditava que a escola era um ambiente que formava cidadão aptos a viverem em sociedade, por tanto, seu principal objetivo era ensinar matérias úteis nas quais tinham serventia para aquilo que é voltado ao bem comum. Aprendia-se por tanto, a oratória (voltada para a política), a retórica (importante para os debates e a capacidade de argumentação), biologia, física, filosofia, artes e etc.

Apesar de ser aluno de Platão, Aristóteles não simpatizava com os mesmos ideais. Ao contrário de Platão, que era mais voltado ao plano das ideias, Aristóteles assume uma postura materialista, dizendo que o mundo sensível e o mundo das ideias fazem parte de uma mesma coisa, não havendo nenhum tipo de separação na formação do pensamento. Enquanto Platão discorria sobre uma ontologia dualista, separando dois mundos e assumindo o inatismo (ideia de que nós já nascemos com ideias pré dispostas em nosso intelecto), Aristóteles assume um posicionamento materialista, mais tarde nomeado como empirismo para filósofos como Francis Bacon e David Hume, dizendo que o ser humano é uma tábua rasa, na qual as nossas ideias são providas de uma experiência sensível. Para entender melhor o pensamento aristotélico, separemos em duas partes o seu pensamento, entre política e metafísica.

Para Aristóteles, somos todos animais políticos, por tanto, somos por natureza um ser social, não conseguimos viver isolados. Segundo ele, a organização social adequada ao homem é a pólis. Platão defende um governo sofocrático, onde apenas os sábios estão no poder, pois segundo ele, eles conseguem usar a justiça, a verdade, moral e etc, de uma maneira muito melhor e mais organizada do que uma democracia, onde todos dão suas opiniões e participam da política. Já Aristóteles é um defensor da democracia constitucional, pois uma vez afirmado que o ser humano é um animal político, acredita que seu intelecto e sua razão também são por natureza voltadas ao bem comum. Ele analisa as formas de governo através dos critérios de quantidade e valor, a política defendida por ele é então considerada boa, pois seria capaz de conciliar os antagonismo. O bom governo seria aquele que teria a prudência (phoneses), visando o bem estar comum.

A ética é entendida como parte da polis, na qual parte do individual para o coletivo. Ser ético, começa com atitudes voltadas para si mesmo, no qual se faz uma autocorreção para que assim, possa transmitir essa virtude para o público. A ética se consiste na mediania de suas virtudes (arité), ou seja, que suas virtudes não se transformem em vícios. Da mesma forma que ser destemido é uma virtude, ser imprudente se torna um vício, no qual tem que ser medido pelos indivíduos. Assim, o homem atingiria seu fim último (télos), que é a felicidade (eudamonia).

Aristóteles acredita, contrário a Platão, que o corpo e mente estão em equilíbrio, portando se opõe a visão dualistas entre mundo das ideias e o mundo sensível. Na pintura “A escola de Atenas” de Rafael Sanzio, é possível ver as duas ideias contrárias retratadas. Enquanto Platão, à esquerda, é representado com o dedo apontado para cima, simbolizando o mundo das ideias, Aristóteles é descrito com a pão espalmada para baixo com o mundo material.

image

Aristóteles cria a ideia do materialismo, no qual ao afirmar que somos uma tábua rasa, diz que a partir de experiências sensíveis são o que nos leva ao conhecimento. A sequência racional feita pelo filósofo se dá pela sensação, ela ocorre no mundo material e pode ser uma percepção tátil, auditiva, visual ou qualquer coisa que possa ser captada a partir dos nossos sentidos. Então, desde a experiência nós fazemos uma impressão daquilo que foi captado, e daí é passado para nossa memória, que posteriormente será usado para a nossa técnica, que seria uma maneira de conseguir sintetizar e absorver a experiência. Após esse processo é feito o que Aristóteles chama de ideia.

O questionamento antropológico de Aristóteles leva a pergunta “O que é o ser humano?”. E para ele, a resposta disso se encontra na ideia de substância.

A substância do ser material (humanos, plantas, animais etc, tudo o que é tátil e visível, pelos sentidos), é constituído por dois critérios: indivíduo e identidade. Sendo o indivíduo a sua forma (a representação visível de como as coisas são percebidas), e matéria (que seria pelo o que a forma é feita). Então para Aristóteles, o ser humano é nada mais que material orgânico (matéria) + forma humanoide (forma).

Assim, ele diz sobre a essência e o acidente. A essência é a característica, que se retirada do ser, ela geraria a perda da sua identidade. Já o acidente, são característica que se modificadas não geram a perda da sua identidade. Por exemplo, a essência do ser humano é a sua capacidade racional, retirando isso, o ser humano passa a ser como qualquer outro animal na natureza. Já o fato do ser humano ser moreno ou loiro, negro ou branco, alto ou baixo, isso não altera a sua identidade, são acidentes aleatórios que de nada influenciam a sua essência.

Aristóteles, a partir das ideias de Heráclito sobre mobilismo, passa a formular sua ideia de movimento. Assim, pra ele existem duas formas de se dar o movimento:

Movimento simples (kinesis), que seria aquele movimento físico, que apenas altera a posição da matéria sem transformá-la. Por exemplo, um barco não deixa de ser um barco pela sua movimentação sob as águas.

Já o movimento complexo, é aquele movimento que tem o poder de transformação, e a partir disso, Aristóteles discorre sobre a ideia de ato e potência.

O ato seria a forma atual do ser, e a potência seria a sua possibilidade de transformação. Então, uma semente é hoje em ato, sua potencia é ser transformada em uma árvore. Assim, Aristóteles assume que se o movimento se dá pela potência e pelo ato, então existe um primeiro motor que não faz parte do movimento, uma força inicial que resultou na origem de todos os outros movimentos. Para entender melhor, usa-se a analogia da manivela. Para que as engrenagens se movimentem é preciso que alguém mexa na manivela, e a mesma não pode fazer parte do conjunto de engrenagens, pois senão, ela também seria movimentada, portanto, faria parte do movimento e seria transformada. Então o motor imóvel, é aquilo que daria início ao movimento sem fazer parte dele, pois esse motor seria imutável.

Na filosofia medieval, Tomás de Aquino retomará essa ideia a partir dos ensinamentos cristãos e tentará justificar a existência de Deus a partir dessa teoria.

Para explicar melhor o movimento, Aristóteles cria a teoria das 4 causas, onde existe a causa formal, material, eficiente e final. A causa formal, seria a forma adquirida pelo ser. A material, seria doque essa forma é constituída. A eficiente, seria o que a transforma. E a final, seria com que finalidade a transformação é feita.


posted on 4 years ago with 19 notes · via · source · reblog

por-escrito:

O Início da Filosofia Ocidental e o Pensamento Grego.

image

Os primeiros filósofos datam do período de VII a.C, na Grécia. Esse período abrange o conjunto de reflexões feitas pelos pensadores com o objetivo de criar uma cosmologia que justificasse o mundo de uma maneira racional e sistemática, assim, quebrando o pensando mitológico que dava por explicação a todas as coisas até então conhecidas. A Grécia foi o berço para o surgimento da filosofia ocidental pelo fato da conjuntura da época possibilitar que isso acontecesse. A estrutura política e os debates feitos a público na cidade-estado colaboraram para que então, fosse possível com que questionamentos surgissem e assim então, ser colocado a dúvida os mitos presentes e uma busca racional como explicação para os acontecimentos.

A filosofia pré socrática, pode ser dívida entre dois grupos. Aqueles que tentavam entender e explicar o mundo físico (physis) e os sofistas, que vendiam o conhecimento para jovens que queriam ingressar na política.

- Pré-socráticos:

Esse grupo de filósofos tentavam entender o universo com uma explicação sistemática para os acontecimentos, se concentravam em usar o raciocínio (logos), diferentemente do mito grego, pensamento até então presente na sociedade, que justificava os acontecimentos pela ação dos deuses. Entre o principal objetivo desses filósofos está a arché, que seria o elemento primordial existente em todos os seres.

Tales de Mileto diz que a arché seria a água, portanto o elemento essencial na concepção de tales é de que “tudo é água”. Para Pitágoras, seriam as relações numéricas. Anaximandro seria o ápeiron, ou seja, o indeterminado, algo que transcende os limites do observável.

Entre as tentativas de explicação cosmológica, encontramos as suas antíteses da filosofia pré-socrática de Heráclito e Parmênides. Onde Heráclito afirma que “tudo na natureza fluí”, portando discorre sobre o princípio do mobilismo e sobre a mudança do ser, o que mais pra frente será considerado a origem do niilismo na filosofia moderna. Já Parmênides diz que “o ser é, e não é”, basicamente em outras palavras existe um ser determinado no qual uma vez descobrindo sobre ele, ele apenas é e não tem como ser o oposto do que ele é, pois o oposto do que ele é, seria apenas não ser. Assim, nos dando a ideia do imobilismo.

- Os sofistas:

Os sofistas eram grupos de professores que ensinavam a retórica, oratória e gramática para aqueles que desejavam entrar na política. O discurso retórico não visa chegar a verdade, mas sim a persuasão. O típico dessa argumentação, é levar o ouvinte a acreditar naquilo que está sendo transmitindo, não tendo nenhum comprometimento com a veracidade de seu conteúdo. Mais tarde, esse grupo de intelectuais será duramente criticado por Sócrates, no qual discorda do conceito de verdade relativa, onde o principal objetivo seria persuadir através da palavra. Os sofistas acreditavam que a verdade é algo mutável, onde a verdade depende unicamente do poder de convencimento atrás do “bem falar” e do jogo dialético típico da política.

A partir de Sócrates, a filosofia passa a ter um lado antropológico, visando entender o ser humano, sua forma de agir, se organizar e pensar. Ele opõe-se ao relativismo dos sofistas e o uso da retórica com o objetivo de atingir interesses particulares. A partir disso, ele estabelece um método para instigar as pessoas a fazerem o uso da razão. “Conhece-te a ti mesmo”.

1- Ironia (perguntar):

Etapa em que interrogava interlocutores a fim de evidenciar as contradições, assim, incentivando as pessoas a usarem sua razão e as instigando a pensarem.

2- Maiêutica (dar à luz):

Nessa etapa, Sócrates propõe uma série de questões com a intenção de ajudar as pessoas a conceber suas próprias ideias, mostrando que o ser humano tem a capacidade de usar seu logos.

Para a política da época, não era interessante que os cidadãos tivessem a capacidade de pensar por si próprios, construir opniões e levantar debates. Por conta disso, Sócrates foi sentenciado a ser morto envenenado. Apesar disso, Sócrates deixou o legado para Platão, no qual foi seu aluno.


posted on 4 years ago with 34 notes · via · source · reblog

buttermilkcarrotstick:

poetavazio:

“E nunca ninguém cuidou tão bem de mim. Nunca ninguém conheceu meus defeitos sem querer mudá-los. Nunca ninguém me encaixou — sem sobrar espaço algum — em teus braços. Nunca ninguém me olhou e enxergou só o melhor que há em mim. Nunca ninguém fez tão bem ao meu coração. Nem se importou tanto em me ver sorrir. Nunca ninguém entendeu o que eu precisava apenas por ouvir a diferença no tom da minha voz. Nunca ninguém se preocupou tanto com o meu bem-estar. Nunca ninguém ouviu meu choro na madrugada e tentou me acalmar, mesmo que pelo outro lado da linha. Nem ouviu meus erros e problemas, sem querer me julgar. Nunca ninguém me deu tanta certeza de nada, como ele me dá, todos os dias, de todas as coisas. Nunca ninguém me teve assim. Nunca ninguém me amou assim. E eu nunca quis tanto que fosse tão eterno, tão “para sempre”, como eu quero que seja com ele… Só ele consegue isso. Só ele.”

Plenitude.  

@hymnalwinters e ela.


posted on 4 years ago with 17,615 notes · via · source · reblog

poetavazio:

“Você sempre pede para eu ficar um pouco mais, e eu acabo ficando. Pede um abraço, um beijinho, um carinho… Como se eu tivesse alguma coragem de negar algo a você.”

Bianca Menezes.


posted on 5 years ago with 5,083 notes · via · source · reblog

dayeliasmeusversos:

Eu amo o jeito que você consegue tocar minha alma só com o som da sua voz.

Day Elias


posted on 5 years ago with 129 notes · via · source · reblog

vocês também gostam de abraços sem motivo?


posted on 5 years ago with 9,008 notes · via · source · reblog